sobre livros e a vida

20/05/2022

Em Outra Vida, Talvez?, de Taylor Jenkins Reid

Hannah tem 29 anos e nunca sentiu-se verdadeiramente “em casa”, motivo pelo qual ela vive mudando constantemente de cidade, sendo sua última morada Nova York, local onde ela sofreu uma terrível desilusão amorosa. Decidida a retornar à sua cidade natal e recomeçar a vida, a moça junta suas poucas coisas e parte em retirada para Los Angeles.

Sua chegada ao aeroporto é aguardada por sua melhor amiga Gabby, que para comemorar essa nova fase, convida alguns amigos em comum para reunir-se um bar. A noite de Hannah é maravilhosa e melhora consideravelmente quando Ethan, um ex-namorado que ainda balança seu coração também comparece nessa recepção.

Com o fim da comemoração, nossa protagonista fica em dúvida se permanece no bar com Ethan para descobrir se ainda existe uma conexão entre eles ou se volta para casa com Gabby, deixando em aberto o que poderia acontecer naquela noite. Com base nessa indecisão, a narrativa do livro se divide em duas possíveis realidades alternativas, intercalando a história de acordo com cada uma das decisões tomadas por Hannah.

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Narrado em primeira pessoa, o livro possui uma narrativa leve e fluída e um enredo um tanto original que me surpreendeu ao longo da narrativa. Os medos e anseios da protagonista são palpáveis e suas escolhas são perfeitamente aceitáveis, tornando possível nos conectarmos a Hannah desde os primeiros capítulos e torcermos para que alcance a felicidade em ambas às realidades em que vive.

“Destino ou não, nossas vidas continuam sendo o resultado de nossas escolhas. Estou começando a achar que, quando não nos apropriamos delas, não somos nossos próprios donos.”

Um ponto alto no livro foi à capacidade da autora em conduzir ambas as histórias com diferentes situações e mesmo assim encantar o leitor nos dois cenários desenvolvidos. Os obstáculos encontrados por Hannah durante sua trajetória nos faz refletir sobre o peso das nossas escolhas e o quanto nosso caminho pode ser alterado de acordo com essas decisões.

Porém o que mais me encantou em Em Outra vida, Talvez? foi o amadurecimento e a força de Hannah, sua amizade inabalável com Gabby e o romance fofo presente em cada realidade.

Concluindo, Em Outra Vida, Talvez? foi uma grata surpresa que me encantou no decorrer da leitura e me fascinou por fugir do clichê esperado para a história.

Ei, eu sou a Barb, tenho 27 anos, sou baiana, estudei Letras e compartilho conteúdo desde 2010 na internet. Por aqui, escrevo sobre tudo que faz meu coração bater mais forte.

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